Uma pesquisa feita nos EUA, segundo matéria publicada na revista IstoÉ do mês de agosto, me chamou a atenção, não pela relativa relevância, mas mais pela sensação de graça que me passou. Tal pesquisa, diz que “nos EUA 20 pessoas morrem todo ano vítimas de ataques de vacas”! Isso mesmo, as vacas estão revoltadas. Ainda segundo a matéria, “o gado leiteiro tem tendência a ficar agressivo quando está protegendo a sua cria, mas no caso das vacas, elas fazem isso intencionalmente apenas por ruindade” Opa! Agora vaca pensa! E ainda tem mais, a pesquisa também diz que “as vacas costumam atacar somente pelas costas”, traiçoeiras não? E também, “como forma de ataque utilizam golpes com os chifres, coices na cabeça e pisoteiam as pessoas”.
Tá difícil heim? até as vacas estão ficando bravas! Já já, ao invés de “Muuuuuuuu” vamos ouvir “Tá olhando o quê mané!”.

Então fica a dica: “Se você encontrar uma vaca no caminho, atravesse para o outro lado.”
Será que os indianos gostaram dessa pesquisa?
Há um tempo atrás, quando havia começado a escrever este blog me senti empolgado (não que hoje eu não esteja) e estava disposto a participar de ações coletivas, destas onde diversos blogueiros se unem em torno de uma causa, etc. Pois bem, como vocês podem ver, uma das ações nas quais me envolvi foi o “Blog Action Day”. Essa iniciativa incentivava os blogueiros do mundo todo a escrever em seus blogs em um determinado dia um post a respeito de um mesmo assunto. “Pobreza”. Por motivos pessoais, na data em que o post deveria ser escrito não pude escrevê-lo, perdendo assim a oportunidade criada pelo Blog Action Day. Até aí tudo bem, pois outras campanhas virão, eu pensei. Passei um tempo sem olhar o blog por motivos de estudo e ao retornar, me deparei com a seguinte situação:
“MAIS DE 25000 comentários” todos SPAM!
Fiquei impressionado com a quantidade de SPAMs que recebi, coisa que até a publicação do post sobre o Blog Action Day não ocorria. Percebi então que a minha inscrição no site do Blog Action Day, tornou público o meu endereço para os SPAMERS, e a partir deste momento venho sendo bombardeado com SPAMS.
Como eu não recebia muitos SPAMs anteriormente não me preocupei em instalar nenhum mecanismo contra SPAM. Mas diante da situação atual tive que tomar uma atitude.
Instalei o ASKIMET. Plugin gratuito que já vem com o WORDPRESS. Irei a partir de agora observar os resultados da ação do ASKIMET sobre os SPAMS e posteriormente irei comentar sobre a sua eficácia.
Fica então neste post um princípio anti-spam para os blogs:
- SEJA SELETIVO NAS AÇÕES EM QUE PARTICIPARÁ, OU VOCÊ PODERÁ SE ARREPENDER. NA TENTATIVA DE AJUDAR VOCÊ PODE NA REALIDADE ESTAR SE PREJUDICANDO.
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Se para nós, que temos uma boa visão, conseguir localizar rapidamente uma informação em certos sites é tarefa difícil, imagine para pessoas que possuem deficiências visuais. Acessar um banco, por exemplo, pode ser fácil para quem consegue facilmente digitar com diversos dedos, ou que consegue facilmente manusear o mouse com a precisão necessária para clicar nos quadradinhos do “Teclado virtual”. Pois bem. Estava estudando a respeito de uma tecnologia chamada “Flex”. Esta tecnologia, fornece uma maneira de se criar sites com interfaces sofisticadas através do uso de recursos gráficos avançados. Tais interfaces, em um primeiro momento, podem parecer o futuro da internet, no entanto, muitas delas não pensam nas pessoas que têm necessidades especiais. Para estas pessoas, acessar um site desenvolvido em flash ou em Flex é uma tarefa impossível, logo, os donos deste tipo de site acabam perdendo um público que poderia estar comprando, sendo correntista, contribuindo intelectualmente, etc. Há de se levar em conta na hora de costruir um web site a necessidade de torná-lo acessível à todas as pessoas. Esta preocupação tem nome, chama-se “Acessibilidade”. Preocupar-se com a acessibilidade é preocupar-se em atender bem ao seu público. Ao pesquisar um pouco mais, encontrei no blog do Bruno Torres um post muito interessante que trata justamente sobre este assunto, inclusive com um link para um vídeo produzido pela equipe do site “acessodigital.net” que demonstra as dificuldades enfrentadas por pessoas com algum tipo de deficiência na hora de navegar na internet, e aponta algumas soluções simples para alguns problemas que quase todo site tem. Leia a matéria e assista ao vídeo, vale a pena.